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sábado, 8 de fevereiro de 2014 ataques especulativos, Brasil, BRICS, Crise Brasileira, Investimentos, Politica Economica | 13:13

BIITA x BRICS

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Ministro Delfim Netto em sua coluna recente no Jornal Valor Econômico comenta sobre a nova “classificação” do Brasil que estaria sendo rebaixado do status de potência emergente dos BRICS para um dos frágeis do BIITA:

http://www.valor.com.br/brasil/3418282/o-exagero-da-vulnerabilidade

Veja alguns trechos abaixo:

Os analistas financeiros, campeões em erros e invenções de acrônimos, decidiram criar outro, o dos “vulneráveis”, no qual incluem Brasil, Índia, Indonésia, Turquia e África do Sul (BIITA), talvez mais heterogêneo do que os BRICS. Aparentemente, os fatos que os incluem no conjunto são a desvalorização cambial, os déficits em conta corrente e a coincidência de que nos cinco haverá eleições em 2014! O quadro abaixo mostra que cada um tem os seus próprios problemas, de forma que é, no mínimo, absurdo classificá-los num mesmo grupo.

vulnexterdelfnetto

Salta aos olhos que a vulnerabilidade externa do Brasil é muito pequena quando comparada com a dos outros países. Por outro lado, iniciamos uma importante correção de rumo na política monetária em abril de 2013, muito antes deles. Resta agora enfrentar o problema fiscal, que exige um sério entendimento entre o Executivo e o Legislativo para acomodar um superávit primário da ordem de 2% sem prejudicar os investimentos públicos, que são essenciais para estimular os investimentos privados e acelerar nosso crescimento.

Não há dúvida que a imensa desconfiança entre o governo e o setor privado existente até alguns meses foi a causa do nosso baixo crescimento no último triênio e do lamentável comportamento da Bovespa, que de 2010 a 2013, perdeu 51% em dólares! Nossa situação não é agradável mas não é dramática. O que nos atrapalha não é a situação atual, mas a perspectiva de sua deterioração, que o governo precisa alterar com medidas tempestivas e não com promessas.

Minha bicada:

DE fato estas classificações genéricas como:

  • As novas potências do novo milênio, BRICS: Brasil, China, Índia, Rússia chegando a incluir a África do Sul;
  • Os PIGS problemáticos europeus: Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha;
  • Os tigres asiáticos do início dos anos 90: Coréia, Tailândia, Indonésia, Malásia, Singapura, Taiwan e Hong Kong;
  • G3, que trata os três principais polos de poderio econômico do mundo: EUA, Europa e Japão;
  • E agora os 5 frágeis: Brasil, Indonésia, Índia Turquia e África do Sul, os BIITA;

colocam na mesma cesta bichos diferentes, com situações e problemas diferentes, o que reduz muito o poder explicativo e analítico de tais classificações do ponto de vista estritamente econômico, como o Ministro coloca com propriedade. Logo, guiar opiniões ou políticas externas ou internas com base nestas classificações é um grande equívoco. Da mesma forma que foi um equívoco entrarmos na euforia da onda dos BRICS, quando fomos colocados do lado de países em situações econômicas e políticas totalmente diversas da nossa, não devemos entrar agora na depressão de sermos um dos cinco patinhos feios.  Não seremos futuras potencias como a China, caso não enderecemos várias questões estruturais, como não iremos despencar para o caos econômico, como nossos colegas de MERCOSUL, Argentina e Venezuela, por causa de nossas vulnerabilidades. Concordo, portanto, que os analistas tendem a simplificar as análises quando criam este tipo de classificação genérica, porém existe sim uma mensagem importante nestes casos, no que diz respeito à tendência na alocação de capital por parte dos gestores internacionais de recursos.

A mensagem subliminar que estava contida no termo BRICS indicava que tais países em virtude de seu potencial de crescimento e vantagens competitivas (mão de obra barata no caso da China e Índia, e recursos naturais abundantes no caso do Brasil, Rússia e África do Sul), seriam destino de enormes fluxos de capitais, o que financiaria um boom de crescimento, podendo assim levar algumas destas economias a um patamar de poderio econômico que desbancaria inúmeras das economias mais poderosas do mundo. E de fato isto aconteceu no caso Chinês. Isto também não quer dizer que a China não vá ter seus problemas com excesso de endividamento interno e não possa ter uma séria crise pela frente, similar a que atingiu os Tigres asiáticos na década de 90. Estas situações e avaliações mudam ao longo do tempo.

No caso dos PIGS, o mercado, após a crise dos EUA de 2008, começou a prestar mais atenção aos problemas estruturais daquelas economias, como a baixa competitividade, excesso de endividamento público e privado e seus desequilíbrios externos. Só lembrando que tais economias nos anos iniciais da unificação europeia eram a coqueluche do investimento na Europa, uma vez que seriam, e foram, enormes beneficiárias do processo de unificação monetária e da maior integração econômica. Contudo, tais desequilíbrios afastaram os capitais internacionais destes países, capitais que voltaram para as economias centrais da Europa, uma vez que estas estavam mais preparadas para lidar com a crise externa. Vemos, contudo, hoje que a Irlanda se recupera com velocidade muito maior do que a Grécia e já se coloca novamente em nível de elevada competitividade. Logo, não é de estranhar que o Governo da Irlanda já consiga hoje levantar recursos nos mercados internacionais de capitais, enquanto que a Grécia ainda depende de recursos dos países mais ricos da Europa para fechar suas contas.

Ou seja, tais rótulos, por mais imprecisos e equivocados que o sejam, sinalizam uma preferência ou aversão por parte dos capitais e poupança disponível nos mercados internacionais com relação a um grupo de países. Estes sentimentos não são definitivos, pois mudam ao longo do tempo, na medida em que os problemas ou virtudes que colocam os países em alguma “classificação” mudam, e a relação entre oferta e demanda por capital mude nos mercados globais.

Porém alguns fatores são invariáveis no que diz respeito ao processo de alocação de capitais nos mercado globais:

  • Os capitais sempre vão atrás de maiores retornos com menor risco;
  • O critério de diversificação começa do centro e vai para a periferia: ou seja, na dúvida, o dinheiro fica nas economias centrais, onde os riscos e retornos são mais facilmente identificáveis devido a maior transparência e maior profundidade dos mercados de capitais locais;
  • Risco é avaliado com base em fundamentos presentes e na sua extrapolação para o futuro. Déficits elevados, fiscais ou externos, carga tributária elevada, gasto público elevado, inflação elevada, desemprego persistente, endividamento alto, são fatores que determinam risco macroeconômico.
  • Retorno de investimento está associado com crescimento econômico, o retorno que vale é aquele que é alto e estável ao longo do tempo;
  • Quando a relação retorno / risco começa a se deteriorar na periferia vis a vis os mercados centrais, os capitais começam a se mover de volta a sua origem, e iniciam o processo de venda dos ativos mais líquidos, como os empréstimos a governos e grandes empresas dos países emergentes e ações negociadas em bolsa;
  • Tal processo de resgate de investimentos causa uma pressão natural na taxa de câmbio, causando uma maior depreciação na taxa de câmbio dos emergentes;
  • Como os capitais internacionais são, em sua maioria, privados, atitudes hostis dos governos são muito mal vistas.

Com o processo de normalização gradual que ocorre nas economias do g-3 (usando aqui outra classificação completamente sem sentido…), seus riscos começaram a ciar, pois seus desequilíbrios vão sendo equacionados, e os retornos de capital começam a subir com a melhora das taxas de crescimento e a confiança em sua sustentabilidade. Os capitais, que saíram dos grandes centros após 2008 e foram à busca de melhores retornos na periferia (BRICS), começam agora a ver oportunidades de investimento nos mercados centrais, onde os preços dos ativos estão mais baratos quando comparados a alguns mercados emergentes.

Este processo de fluxo de capitais nos mercados globais acaba muitas vezes provocando bolhas de preços nos países que recebem tais fluxos. Há inúmeros exemplos disto:

  • Fluxo de capitais globais, que saíram da Europa e Japão que estavam enfrentando desafios internos, destinado a investimentos nas empresas de tecnologia no início do milênio nos EUA;
  • Fluxo de capitais americanos e japoneses que foram em direção aos Tigres asiáticos nos anos 90, fugindo das recessões daquelas economias;
  • Fluxo de capitais das economias centrais da Europa que foram para a periferia da Europa à procura de maiores retornos após a integração europeia;
  • Fluxo de capitais do G3 com destino aos BRICS após 2008;

Todos estes fluxos causaram, por definição, uma queda no preço dos ativos nos países de onde eles saem, e alguma bolha nos países para onde se destinam. Tais bolhas se manifestam na bolsa, no preço dos imóveis, na taxa de câmbio ou no endividamento dos governos, famílias e empresas ou na inflação. E quando os capitais se afastam destes mercados, as bolhas implodem, causando uma depressão dos preços. Isto é inevitável. Quanto mais dependente uma economia for destes capitais, maiores bolhas ocorrerão, e maiores depressões se seguirão.

Muito dos economistas menos liberais, mais intervencionistas, acreditam que podem formular políticas que controlem este fluxo de capital. Porém vemos que na prática não há condições que isto funcione, pois:

  • Não é politicamente sustentável reduzir os fluxos de capitais que são recebidos, que poderiam gerar mais empregos e investimentos. Os eleitores podem se perguntar: por que não crescemos tão rápido quanto a China?
  • Se um país quer crescer no comércio exterior precisa ser amigável ao fluxo de capitais externo, e restrições ao fluxo de capital não são bem vistas externamente. O isolamento financeiro leva ao isolamento comercial e político, vide Venezuela e Argentina.
  • Nem sempre as economias locais conseguem gerar poupança interna em volume suficiente para financiar seus investimentos produtivos e em infra. E isto se agrava na medida em que as economias cresçam mais rapidamente impulsionadas pelo fluxo de capitais. Logo importar poupança fica sendo a solução encontrada.

Ou seja, na prática estamos sempre expostos às flutuações destes ciclos de capitais assim como estamos expostos às flutuações do clima, como a que estamos vivendo hoje na região sudeste do país. Quando chove muito, temos enchentes, como as bolhas de ativos. E na seca temos que racionar…

O fato é que está se iniciando um período de seca para as economias emergentes, similar ao que aconteceu nos meados dos anos 90, quando os capitais abandonaram os mercados dos Tigres asiáticos, o que levou a quase quebra de países como Coréia. Na medida em que a relação de retorno / risco nos mercados centrais começou a melhorar, os capitais começaram a questionar os retornos e os riscos dos países emergentes, coisa que até pouco não faziam, uma vez que os mercados centrais eram muito pouco atrativos. Neste processo, as vulnerabilidades específicas de cada país são questionadas, e partir daí os gestores de recursos começam a tomar decisões e mudam suas alocações de investimento, saindo inicialmente dos mercados que apresentam pior relação retorno / risco.

O Brasil, embora seja menos vulnerável do que os outros membros do BIITA, tem apresentado nos últimos anos uma piora relativa em alguns de seus fundamentos que afetam negativamente a percepção dos investidores no que diz respeito à relação de retorno / risco dos capitais aqui investidos:

  • Não conseguimos tirar a inflação do topo da banda desde 2010, apesar das baixas taxas de crescimento;
  • Nosso déficit externo bateu US$ 80 bi e é crescente;
  • O superávit fiscal primário do governo caiu de 3,5% em 2008 para menos de 2%.
  • A dívida pública não consegue vira abaixo de 60% do PIB;
  • A carga tributária não para de subir, assim como as despesas do Governo, atingindo níveis muito superiores ao de outras economias emergentes;
  • Não conseguimos aumentar taxa de investimento/ PIB
  • Nossa indústria estagnou já há alguns anos;
  • O custo da mão de obra disparou acima do aumento da produtividade, reduzindo margens de lucro e o retorno do capital investido;
  • Não conseguimos reduzir juro real abaixo de 3% a.a. sem explodir a inflação;
  • Estamos com gargalos em logística e mais recentemente, em energia, algo impensável para um país com nosso potencial energético;
  • A Petrobrás, ícone do nosso potencial natural, não consegue aumentar sua produção, e tem uma lucratividade pífia quando comparada a outras empresas de energia globais.

São fatos incontestáveis, que mostram um aumento do risco macroeconômico e uma redução dos retornos dos investimentos.

Este cenário, embora não seja novo, começa a ser mais relevante na medida em que os capitais internacionais se tornam mais seletivos pelas razões que listei acima. A tolerância dos investidores com relação às nossas idiossincrasias está caindo. Esta é a mensagem que os analistas estão nos dando quando nos chamam de BIITAS.  Podemos chamá-los de idiotas e ignorantes, ou prestar atenção à mensagem subliminar que está por trás desta classificação: o tempo de capitas fácies para nós acabou.

Logo, acho que chegou a hora de endereçarmos algumas questões:

  • Não dá mais para sermos nacionalistas desenvolvimentistas (BNDES + reduzida abertura comercial) ao mesmo tempo em que desejamos aumentar o Estado com programas que aumentem o bem estar social. Precisamos escolher. Não temos grana para fazer tudo.
  • Não dá mais para ter um modelo de crescimento que se financia com poupança externa (3,5% do PIB com ano) e que investe apenas 19% do PIB ( taxa de investimento ): ou aumentamos a taxa de acumulação de poupança ou morremos.
  • Não dá para ficar tributando cada vez a economia e o capital local, pois iremos depender cada vez mais dele para financiar nossos investimentos.
  • Não dá para manter o ritmo atual  de aumento dos salários acima do aumento da produtividade marginal da mão de obra.

Ou seja, não dá mais para continuarmos a financiar nossos gastos e investimentos dependendo da grana dos capitais internacionais. Precisamos declarar independência. E isto não se faz com discurso vazio, populista e “antiliberal”. Vejam os Argentinos e  os Venezuelanos, e os comparem com os Chilenos. É preciso alterar as nossas condições econômicas e para isto precisamos responder as questões acima e decidir o que seremos nos próximos anos. Não acho que a chamada cartilha neo liberal, muito menos a socialista, apresente todas as respostas. Porém, seja qual for a cartilha, é importante entender que o  modelo de capitalismo que hoje temos não está funcionando. Ou assumimos isto, ou continuaremos sendo vistos como um BIITA, e vendo, aos poucos os capitais se afastarem daqui.

Porém sempre podemos ficar aqui  “xingando” os capitais internacionais neo liberais a serviço dos capitalistas imperialistas, que até ontem nos aplaudiam e nos deixaram orgulhosos, felizes, confortáveis e acomodados. A boa notícia é que a crise argentina nos mostra que esta opção é muito custosa, e que a Presidenta Dilma mostrou que sabe muito bem disto, em sua recente e emblemática visita ao fórum mundial de Davos. E como o Ministro Delfim disse, nossa situação não é dramática, porém eu acho que nossos problemas vão muito além do superávit primário de 2% ou 2,5% a.a…

 

 

 

 

 

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4 comentários | Comentar

  1. 54 Luiz Carlos Dambroso 11/02/2014 19:00

    Ric. Irrigando a imaginaç temos q ao passar eleicoes, deixa-se o desemprego subir um pouco q equilibra metade dos probemas atuais (logico q surgirao outros) mas com dsemp maior , redus defct da balamça comercial, arrefece a inflaç, pod diminuir selic, q ajuda deficit fiscal, tem a estabilizç dos salarios o q melhora a produtvdad, q recompoem margens de lucro, q incentiva o investmto e assim cria-se novamente o circ virtuoso.
    Conclusao: hoje o problm do brasil nao eh economc e sim politico, o trunfo povo em “pleno emprego” usado nas eleiçoes e …

    • Ricardo Gallo 12/02/2014 13:43

      eu acho que é economico sim. nao geramos poupanca suficiente pois nossa produtividade cresce pouco…. e vira politico na medida em que os governantes teimam em estimular demanda e nao percebem que tempos um problema de produtividade e de falta de poupanca…

    • Ricardo Gallo 12/02/2014 13:42

      eu acho que é economico sim. nao geramaos poupanca suficiente pois nossa produtividade cresce pouco…. e vira politico na medida em que os governantes teimam em estimular demanda e nao percebem que tempos um problema de produtividade e de falta de poupanca…

  2. 53 Galináceo 11/02/2014 6:38

    Gallo já notei que toda vez que se faz uma crítica válida aos comunas do PT como Antonio fez,vc compara com militares.Não se justifica um erro pelo outro,ditadura militar é horrorosa e ditadura socialista tipo Cuba também.A situação do Brasil não é nem de longe a maravilha que o governo pinta,tem muita coisa mascarada, e o governo Dilma não foi bom. Negar isso me parece uma infelicidade.Constatar que o governo com viés socialista do PT/ Dilma foi ruim, não quer dizer que queremos a volta da ditadura militar no Brasil,nem Psdb,nem João,nem josé,é apenas uma observação sensata.Essa dicotomia mocinhos contra bandidos servem a eles não a um debate sério.

    • Galináceo 11/02/2014 22:17

      Por esta ótica dentro da clarificação,passo a concordar 100% com vc e peço desculpas pelo engano.

    • Ricardo Gallo 12/02/2014 13:48

      no problema. nao somos a venezuela, nem cuba nem argentina. graças a DEus.

      ps: e minha familia nunca gostou de ditaduras… nem do gv nem dos milico…

    • Ricardo Gallo 12/02/2014 13:47

      no problema. nao somos a venezuela, nem cuba nem argentina. graças a DEus.

    • Ricardo Gallo 11/02/2014 11:24

      uma clarificação: Minha intenção aos mencionar os governos militares não visa estabelecer nenhum paralelo entre governo atual e a ditadura do ponto de vista politico. são situações muito muito diferentes. acredito que a democracia e o estado de direito sejam instutuiçoes 100% consolidadas por aqui.

      mas existe hoje dentro do governo alguns que defendem um modelo economico muito similar àquele que foi adotado no final da década de 70, centrado no estatismo e no desenvolvimentismo. contudo acho isto completamente incompatível com um modelo de bem estar social. não da para tentar atingir os dois objetivos. até o iedi já percebeu….

  3. 52 Ricardo R 11/02/2014 0:38

    ótimo texto. excelente resumo. eu só acrescentaria, que o problema do brasil não é apenas foto atual. é o videozinho dos ultimos 2-3 anos.

    Em apenas 1 ano de crescimento até que razóavel (2.3% não é exatamente ruim para os padroes brasileiros da era real), o superávit primario caiu uma pancada, os gastos com juros se pronunciam rumo ao alto, e o governo está absolutamente engessado, sem ter o que cortar.

    Falam que vão cortar não sei qtos bilhões, mas qqr analista percebe que não tem mais onde. tá no osso. só sobrou o intocável “social”.

    No ritmo atual, a solidez fiscal do país mais-que-preocupa.

  4. 51 Antonio Moura 09/02/2014 11:18

    lição a ser aprendida pelos contestadores e empunhadores de bandeiras vermelhas com uma estrela que está cada dia mais CADENTE.
    Parabens pelos comentarios.

    • Ricardo Gallo 09/02/2014 18:41

      Obrigado.
      Mas o ufanismo não tem bandeira ou partido. Até os militares adotaram esta linha.

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