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terça-feira, 30 de março de 2010 Sem categoria | 17:03

Veja o que os Bancos internacionais acham das taxas de juros nos USA

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O WSJ publicou esta pesquisa junto a bancos e a consultores econômicos que operam nos USA sobre expectativa de juros de curto prazo nos USA ( FED Funds – o Selic deles) no fim deste ano:

E nossos amigos do Banco Safra editaram:

Vejam a dispersão das opiniões….  lá como aqui há vários lados na mesma análise.

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segunda-feira, 29 de março de 2010 Juros no Brasil | 23:44

A Cesar o que é de Cesar: 10 motivos para BC retardar alta de juros

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Toda analise de cenários prospectivos em economia têm dois lados, pelo menos…. Com diria um economista,  por um lado …. e por outro lado…. haja lado!

Como não podia deixar passar esta , segue , na minha opinião, alguns motivos que podem ter levado os 5 membros do COPOM  a deixar a decisão de alta de juros para próxima reunião:

  • Não sabemos ainda o tamanho do aperto monetário Chinês. Se a inflação lá não der trégua, o aperto pode ser muito mais forte, como advoga o renomado banco americano Goldman Sachs. Neste caso, poderíamos ter uma queda mais forte das commodities, que de fato estão pressionando bastante os custos de produção por lá.  Aí os efeitos de tal queda poderiam trazer inflação para baixo aqui!
  • A situação fiscal nos estados periféricos na Europa é crítica e vai demandar uma forte redução de gastos públicos e na demanda interna por lá. E o pior é que tal questão fiscal pode chegar a França assim como já é assunto na Inglaterra. Excluindo a Alemanha, as finanças públicas européias estão em péssimo estado.  Há o risco deste ajuste fiscal (necessário…) fazer com que a recuperação econômica por lá seja abortada. Menos demanda externa.
  • O mesmo se aplica aos EUA. Já estão previstos aumento de impostos por lá . Mais uma locomotiva que pode ter que abortar o crescimento.
  • O núcleo da inflação nos  USA, Japão e na Europa estão baixo demais. E se continuar assim, teremos 75% da economia global exportando deflação para nós.
  • Os juros internos aqui já estão subindo, pois bancos já começaram a subir suas taxas de empréstimos em antecipação  a um aumento de juros do BC do B.
  • O BC já anunciou que vai voltar a subir os depósitos compulsórios, o que tende a diminuir a oferta de crédito e a aumentar ainda mais seu custo.
  • O governo tende a ter um superavit fiscal maior este ano do  que no ano passado, pelo fim de algumas renúncias fiscais e pelo aumento da arrecadação. Menos dinheiro para ser gasto e portanto menos demanda.
  • Há em todo ano de eleição um aumento dos gastos públicos no primeiro semestre por motivos legais e políticos. No segundo semestre deve haver uma certa redução no ritmo de contratações e de gastos dos governos federal e estaduais.  Redução de demanda.
  • A taxa do dólar estável e o aumento das importações colocam um freio na  vontade dos empresários de aumentar suas margens de lucro.
  • Nunca antes na história deste País tantos brasileiros deveram tanto! Os consumidores e empresários racionais  reagem a alta dos juros conforme o tamanho de sua dívida: quanto maior a dívida mais eles retraem seus gastos num cenário de alta de juros. E aqui vai o conselho,  pois meia palavra basta ….

    Resumo: a demanda vai cair. Só não sabemos se será devido a uma alta forte dos juros ou por uma reação dos agentes econômicos ao cenário. Fiquemos de olho. O resto é especulação….

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    EUA, Sem categoria | 11:47

    Consumo das famílias nos USA já vai se recuperando… o pior já passou.

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    Juros no Brasil | 11:40

    Pesquisa do BC junto a Economistas mostra inflação subindo já este ano

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    Expectativa de inflação para 2010 saiu de 4.91% para 5.16%  nas últimas 4 semanas…. Você vai pedir aumento de salário?

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    sábado, 27 de março de 2010 Juros no Brasil | 18:16

    A inflação começou a subir… vocês ( e o BC) talvez já tenham percebido

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    Vocês já devem percebido que eu amo gráficos….. coisa de engenheiro.

    Nesta obra de arte, eu fiz um exercício visual para mostrar que inflação ja está acelerando em seu núcleo, isto é, naqueles preços que são menos voláteis e mostram mesmo a tendência da inflação e não os seus saltos acidentais.

    Há duas medidas de núcleo de inflação no site do bc: exclusão e dupla ponderação.  São metodologias diferentes para se medir a inflação na sua tendência básica e central, sem os sobressaltos ou quedas dos preços por questões pontuais.

    Eu peguei tais medidas de núcleo de inflação dos últimos 3 meses e calculei o quanto tal núcleo de inflação está andando acima ou abaixo do núcleo de inflação nos mesmos meses do ano passado. Eu plotei o gráfico desta aceleração ( ou desaceleração se for negativa) anual dos núcleos nas linhas vermelha e azul do gráfico. Por exemplo, em Fevereiro/ Janeiro/ dezembro últimos (dados mais recentes que temos) os núcleos estavam andando a quase 2% aa acima dos núcleos no mesmo período do ano passado.

    A história recente mostra que isto não é bom sinal. Em 2006/2007 a nossa economia estava também bastante aquecida, e naquele período os núcleos mostravam um comportamento similar ao que vemos mostrado pela seta amarela.  Naquele momento podemos ver que também ocorreu uma forte aceleração de núcleos de inflação, demonstrada pela seta vermelha. E vejam através da seta roxa o que aconteceu com a inflação anual alguns meses depois ( linha verde claro ) : ela saiu dos 4% e rapidamente foi para o os 6% aa…

    A mesma linha verde hoje já dá sinais de reversão da tendência de queda que tínhamos no ano passado e nos últimos mêses começa a  insinuar uma tendência de alta.

    Enfim, uma foto vale mais que mil palavras: e neste caso não tem jeito mesmo, mas o  BC vai ter que subir juro para evitar que em 2011 a linha verde bata nos 6 % aa …

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    sexta-feira, 26 de março de 2010 Imoveis, Juros no Brasil | 13:43

    Preços de imóveis em Sampa disparam…

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    Gráfico mostra evolução do preço médio por metro quadrado de apartamentos de 2 dormitórios em São Paulo, através de uma média móvel de 3 meses. Há sinais de uma forte aceleração de 2008 para cá…

    No gráfico abaixo peguei os dados mensais da série e interpolei uma curva ( polinômio de quarto grau, para quem ainda se lembra do(a) professor(a) de matemática) … Professora Ana Albanese no meu caso….

    Usando esta interpolação dá para se ter uma idéia da taxa de valorização destes imóveis em Sao Paulo nos últimos 12 meses: 30% aa…. é mole?

    Outra informação : MRV e Cyrella soltaram seus resultados do  quarto trimestre de 2009.  As duas incorporadoras de São Paulo venderam ao todo  R$3.0 bi no quarto trimestre de 2009 .  A média de venda trimestral nos primeiros 9 meses de 2009 era R$ 1.7 bi… Ou seja, o ritmo de vendas quase que dobrou no último trimestre comparado com o resto de 2009 …

    O juro parece que está baixo mesmo….


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    quinta-feira, 25 de março de 2010 Juros no Brasil, Sem categoria | 14:55

    Ata do Copom indica que juros subirão em Abril

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    BC do B publicou a ata da reunião do Copom da semana passada em seu site

    http://www.bcb.gov.br/?COPOM149

    A ata é razoavelmente longa. Porém eu recomendo a leitura pois é bastante educativa para aqueles que querem entender como BC do B pensa . Além  disto BC compila dados importantes sobre economia e dá uma foto bem precisa do momento atual.

    A partir do parágrafo 18 o BC comenta sobre política monetária e sobre sua estratégia para os juros.  Seguem abaixo estes capítulos e meus comentários:


    18. O Copom avalia que a política monetária deve contribuir para a consolidação de um ambiente macroeconômico favorável em horizontes mais longos. Nos mercados internacionais, a aversão ao risco mostrou arrefecimento desde a última reunião do Comitê, em contexto de liquidez abundante. Nesse ambiente, tanto os preços de ativos brasileiros, favorecendo a distensão das condições financeiras domésticas, quanto os de certas commodities apresentaram recuperação. Assim, cabe notar que as perspectivas para o financiamento externo da economia brasileira seguem favoráveis. Por outro lado, a trajetória dos índices de preços evidencia retomada de pressões inflacionárias externas. Dessa forma, a influência do cenário internacional sobre o comportamento da inflação doméstica poderia deixar de ser benigna, conquanto persista incerteza sobre o comportamento de preços de ativos e de commodities em contexto de gradativa normalização das condições financeiras internacionais. O Copom enfatiza que o principal desafio da política monetária nesse contexto é garantir que os resultados favoráveis obtidos nos últimos anos sejam preservados.

    obs: eu acho que aqui ele está avisando que inflação parou de comportar bem nos últimos meses… alerta amarelo!
    19. O Copom entende que, com a confirmação das incipientes evidências de intensificação de pressões da demanda doméstica sobre o mercado de fatores, aumenta a probabilidade de que desenvolvimentos inflacionários inicialmente localizados venham a apresentar riscos para a trajetória da inflação. Nesse contexto, aumenta também o risco de repasse de pressões de alta dos preços no atacado para os preços ao consumidor. O Comitê avalia que a materialização desse repasse, bem como a generalização de pressões inicialmente localizadas sobre preços ao consumidor, segue dependendo de forma crítica das expectativas dos agentes econômicos para a inflação e do grau de ociosidade da economia, dentre outros fatores. Portanto, essas e outras variáveis fazem parte do conjunto de informação que é levado em conta no processo de geração das projeções de inflação do Banco Central, que se constituem elemento central no julgamento que o Comitê faz sobre o cenário inflacionário prospectivo. Adicionalmente, cabe notar que o comportamento da demanda doméstica tende a exercer certa pressão sobre os preços dos itens não transacionáveis, como os serviços, nos próximos trimestres. De qualquer modo, o Comitê reafirma que continuará conduzindo suas ações de forma a assegurar que os ganhos obtidos no combate à inflação em anos recentes sejam permanentes.

    obs: BC aqui fala dos riscos  que as pressões localizadas sobre preços de alimentos observadas até agora no primeiro trimestre sejam repassadas para outros preços, devido a forte demanda interna ea redução da capacidade ociosa e da oferta de mão-de-obra em alguns setores... risco de contágio..
    20. O Copom considera importante ressaltar, mais uma vez, que há defasagens importantes entre a implementação da política monetária e seus efeitos tanto sobre o nível de atividade como sobre a inflação. Dessa forma, a avaliação de decisões alternativas de política monetária deve se concentrar, necessariamente, na análise do cenário prospectivo para a inflação e nos riscos a ele associados, que a rigor sofreu certa deterioração nos últimos meses, em vez de privilegiar valores correntes observados para essa variável. O Comitê reafirma que movimentos específicos de preços de ativos só são relevantes para a política monetária na medida em que tenham algum impacto sobre a trajetória prospectiva para a inflação.

    obs: ele avisa que se começar a subir juro agora demora para ter efeito sobre inflação… logo ele tem que começar a subir juro antes que inflação de fato suba… não dá para ficar esperando inflação subir para então subir juro como alguns sugerem…
    21. As perspectivas para a evolução da atividade econômica doméstica continuam favoráveis, como evidenciado pelos dados sobre o comércio, utilização da capacidade na indústria e sobre o mercado de trabalho, bem como pelos sinais de continuidade da expansão da oferta de crédito, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Note-se ainda que a confiança dos consumidores e dos empresários se encontra em níveis historicamente elevados. Nessas circunstâncias, o ritmo da atividade depende, de forma importante, da evolução da massa de rendimentos reais, dos efeitos das medidas de estímulo fiscal e dos incrementos das transferências governamentais que ocorrerão nos meses à frente. O dinamismo da atividade deverá ser beneficiado também pela distensão das condições financeiras, favorecida, entre outros fatores, pelas políticas dos bancos oficiais. Em resumo, os dados mais recentes sobre a atividade econômica corroboram a avaliação, expressa em Notas de reuniões anteriores do Comitê, de que as influências contracionistas da crise financeira internacional sobre o dinamismo da economia doméstica e, consequentemente, sobre o contexto no qual atua a política monetária, poderiam se mostrar persistentes, mas não seriam permanentes. Essas ponderações tornam-se ainda mais relevantes quando se leva em conta que as decisões correntes de política monetária terão seus maiores impactos a partir de meados de 2010.

    obs: ressalta que demanda interna e atividade devem continuar fortes nos próximos meses.
    22. O Copom entende que os principais riscos para a consolidação de um cenário inflacionário benigno derivam, no âmbito externo, de eventual elevação dos preços de commodities; e, no interno, dos efeitos, cumulativos e defasados, da distensão das condições financeiras e do impulso fiscal e creditício sobre a evolução da demanda doméstica, levando-se em conta a dinâmica do consumo e do investimento, em contexto de acelerada redução da margem de ociosidade na utilização dos fatores de produção. O balanço dessas influências sobre a trajetória prospectiva da inflação será fundamental na avaliação das diferentes possibilidades que se apresentam para a política monetária.

    obs: ele cita preocupção com redução rápida da capacidade ociosa e do desemprego , fatores muito importantes de produção, em ambiente de demanda aquecida e com subida de preço de produtos básicos... some isto tudo e teremos inflação lá na frente se ele não agir…
    23. A evidência internacional, bem como a experiência brasileira, indica que taxas de inflação elevadas levam ao aumento dos prêmios de risco, tanto para o financiamento privado quanto para o público, ao encurtamento dos horizontes de planejamento e, consequentemente, à redução do potencial de crescimento da economia, além de terem efeitos regressivos sobre a distribuição de renda. Assim sendo, a estratégia adotada pelo Copom visa assegurar que a convergência da inflação para a trajetória de metas observada em 2009 siga sendo registrada em 2010 e 2011. Isso implica que eventuais desvios em relação à trajetória de metas sejam prontamente corrigidos. Tal estratégia leva em conta as defasagens do mecanismo de transmissão e é a mais indicada para lidar com a incerteza inerente ao processo de formulação e de implementação da política monetária.

    obs: ele diz que precisa se mover agora, pois política monetária demora para ter efeito. Se demorar muito ele prejudica  meta de 2011
    24. O Comitê considera que a acomodação da demanda, motivada pelo aperto das condições financeiras e pela deterioração da confiança dos agentes, bem como pela contração da economia mundial, foi superada. Nesse sentido, é plausível afirmar que a economia já se encontra em um ciclo de expansão, ainda que persista incerteza, que deverá ser dirimida ao longo do tempo, sobre o ritmo desse processo. Nesse quadro, que é corroborado pelos dados disponíveis até o momento, cabe à política monetária zelar para que as pressões inflacionárias sejam contidas.

    obs: ele acha que é preciso agir para conter que pressões inflacionárias se espalhem.
    25. Em suma, o Copom avalia que, diante dos sinais de robustez da demanda doméstica, ocasionando redução da margem de ociosidade dos fatores de produção, evidenciada por indicadores de utilização da capacidade na indústria e do mercado de trabalho, e do comportamento recente das expectativas de inflação, aumentaram os riscos para a concretização de um cenário inflacionário benigno, no qual a inflação seguiria consistente com a trajetória das metas. Nesse ambiente, cabe à política monetária manter-se especialmente vigilante para evitar que a maior incerteza detectada em horizontes mais curtos se propague para horizontes mais longos.

    obs: ele resume dizendo que precisa agir…
    26. À luz dessas considerações, houve consenso entre os membros do Comitê quanto à necessidade de se implementar um ajuste na taxa básica de juros, de forma a conter o descompasso entre o ritmo de expansão da demanda doméstica e a capacidade produtiva da economia, bem como para reforçar a ancoragem das expectativas de inflação.

    obs: ele já estavam prontos para subir juros  naquela reunião!!!
    27. Nessas circunstâncias, a maioria dos membros do Copom, tendo em vista as informações disponíveis neste momento, aliado ao fato de que já está em curso o processo de retirada dos estímulos introduzidos durante a crise, entendeu ser mais prudente aguardar a evolução do cenário macroeconômico até a próxima reunião do Comitê, para então dar início ao ajuste da taxa básica. Por outro lado, os demais membros do comitê entendendo que as projeções de inflação e o balanço de riscos considerado justificariam o inicio do ajuste já nesta reunião, votaram por uma elevação imediata de 0,50 p.p., na taxa de juros básica.

    obs : porém decidiram esperar…. estranho.
    28. Nesse contexto, avaliando a conjuntura macroeconômica e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu manter a taxa Selic em 8,75% a.a., sem viés, por cinco votos a favor e três votos pela elevação da taxa Selic em 0,5 p.p. O Comitê irá monitorar atentamente a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária.

    29. No regime de metas para a inflação, o Copom orienta suas decisões de acordo com os valores projetados para a inflação, a análise de diversos cenários alternativos para a evolução das principais variáveis que determinam a dinâmica prospectiva dos preços e o balanço dos riscos associado a suas projeções. Depois de breve contração, a demanda doméstica se recuperou, em grande parte graças aos efeitos de fatores de estímulo, como o crescimento da renda e a retomada do crédito. Por sua vez, importantes estímulos fiscais e creditícios foram aplicados na economia nos últimos trimestres, e deverão contribuir para a consolidação da retomada da atividade e, consequentemente, para a redução de qualquer margem residual de ociosidade dos fatores produtivos. Os efeitos desses estímulos serão parte importante do contexto no qual decisões futuras de política monetária, que devem assegurar a manutenção da convergência da inflação para a trajetória de metas em 2010 e 2011, serão tomadas.

    obs: se a economia continuar forte assim da próxima reunião não passa….

    30. Note-se, adicionalmente, que também houve consenso entre os membros do Comitê quanto à necessidade de se adequar o ritmo do ajuste da taxa básica de juros à evolução do cenário inflacionário prospectivo, bem como ao correspondente balanço de riscos, de forma a limitar os impactos causados pelo comportamento da inflação corrente sobre a dinâmica subjacente dos preços.

    enfim , eles já decidiram… juros já aumentaram….  Nós só não sabemos ainda o quanto e em que ritmo irá subir.

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    Juros no Brasil, Sem categoria | 14:19

    Desemprego em Fevereiro bate o menor nível desde 2003

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    Este Gráfico, gentileza do Banco Safra, mostra queda do desemprego no Brasil de acordo com IBGE. Feito os ajustes sazonais pela talentosa equipe de economistas daquele Banco é o menor nível da série histórica. E tendência de queda deve continuar, o que fará massa salarial subir nos próximos meses e demanda esquentar ainda mais… BC está de olho…

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    quarta-feira, 24 de março de 2010 Crise na Europa, Sem categoria | 13:03

    Não é só a Lindsay Lohan que caiu não… Euro foi junto.

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    O Euro também tem caído bastante …. resultado da crise Grega, Portuguesa, Espanhola etc… veja no gráfico abaixo que ele ja caiu  quase 12 % este ano diante ao us$…

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    Crise na Europa | 12:48

    Dívida Pública de Portugal é rebaixada

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    Grécia, foi o primeiro…

    Agora é a vez de Portugal…

    Próximo: Espanha….

    Portugal’s Debt Rating Lowered by Fitch on Finances (Update3)
    2010-03-24 15:25:10.792 GMT

    (Adds finance minister comment in final paragraph.)

    By Matthew Brown
    March 24 (Bloomberg) — Portugal’s credit grade was cut by
    Fitch Ratings for the first time, underscoring growing concern
    that Europe’s weakest economies will struggle to meet their debt
    commitments as finances deteriorate.
    The rating was lowered one step to AA- with a “negative”
    outlook, Fitch said in a statement today, adding that further
    economic or fiscal underperformance this year or in 2011 may
    lead to another downgrade. The euro extended its decline,
    dropping against all but one of the 16 most-traded currencies.
    Portuguese stocks and bonds fell.
    A sizeable fiscal shock against a backdrop of relative
    macroeconomic and structural weaknesses has reduced Portugal’s
    creditworthiness,
    ” Douglas Renwick, associate director at
    Fitch, wrote in the statement from London. “Although Portugal
    has not been disproportionately affected by the global downturn,
    prospects for economic recovery are weaker than 15 European
    Union peers, which will put pressure on its public finances over
    the medium term.”
    The governments of Greece, Ireland, Italy and Spain are
    seeking to narrow budget deficits that have swollen as their
    economies have been battered by the recession. Portugal’s
    deficit is 9.3 percent of gross domestic product, more than
    triple the European Union’s 3 percent limit
    . Failure by the EU
    to agree on a mechanism to help countries shore up their
    finances has hurt the euro, putting it on course for its worst
    quarter against the dollar since 2008.

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