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sábado, 24 de julho de 2010 bizarro | 03:16

Tire suas dúvidas…

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Este site pode resolver suas dúvidas :

http://pergunteaopolvo.com.br/index.php

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sexta-feira, 23 de julho de 2010 Investimentos, Juros no Brasil, Politica Economica | 07:44

BNDES começa a tirar o corpo fora: Mercado entra em campo!

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Saiu no Valor:

Ontem foi concluído um importante teste para o financiamento de longo prazo dos projetos de infraestrutura no Brasil via mercado de capitais. A Rota das Bandeiras, concessionária de rodovias da Odebrecht, vendeu R$ 1,1 bilhão em debêntures para custear o pagamento da outorga do corredor Dom Pedro, em São Paulo.

Os investidores, principalmente os fundos de pensão, demonstraram disposição para comprar papéis com vencimento em 12 anos e amortizações semestrais, um prazo bastante longo e inusual para os padrões brasileiros. Hoje, as ofertas de debêntures têm vencimento médio de quatro anos. Tesourarias de bancos também fizeram aportes, interessadas nas taxas pagas, apurou o Valor.

Cientes das dificuldades para vender papéis de prazos maiores, os bancos coordenadores da oferta (Santander e Banco do Brasil) previam que a oferta poderia variar de R$ 600 milhões a R$ 1,1 bilhão, sendo um bom indicador do apetite dos investidores o fato de ela ter alcançado o limite máximo.

O governo vem anunciando que espera uma maior independência dos investidores em infraestrutura em relação aos desembolsos estatais para tocar as obras. E, por isso, a operação da Rota das Bandeiras pode se tornar um modelo para outros futuros projetos.

Mesmo assim, o governo deu sua contribuição para viabilizar essa concessão de rodovias. Para financiar o projeto como um todo, a Odebrecht usou três fontes de recursos: o capital próprio, a venda das debêntures e um empréstimo de R$ 920 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para obras.

Se de um lado as debêntures vão custar mais caro para a concessionária, pagando a inflação do IPCA mais 9,57%, de outro o juro subsidiado do BNDES ajudará na formação de uma estrutura de capital mais adequada à companhia. O dinheiro do BNDES financiará as obras de melhoria e duplicação da rodovia, estimados em R$ 1,6 bilhão.

Outra contribuição do banco estatal para viabilizar a operação foi o fato de o BNDES não ter se colocado em uma posição privilegiada em relação às garantias dadas pela Rota das Bandeiras, fato incomum frente a operações anteriores. Em caso de algum problema, o banco e os debenturistas vão dividir as garantias da mesma forma.

Meu pitaco:

Pergunta: se te dessem isençao de ir nesta aplicaçao, voce comrparia um papel que rende inflacao mais 9.75% aa??? Para  um projeto aprovado pelo BNDES? Com as mesmas garantias????

Sugira isto a seu Congressista ( aquele Deputado que voce votou na ultima eleicao ou vai voltar na proxima o…. tal do….  se lembra dele?). Quem sabe aí poupamos mais e financiamos o que Brasil precisa.

E veja só: este projeto não precisou só de dinheiro subsidiado para decolar…. VIU? ENTENDE?  Quem sabe os outros 300 bi  que já foram financiados pelo BNDES, não precisassem, como este  aqui:

Presidente da Marfrig Alimentos, Marcos Molina, disse ontem que o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) “deve ter interesse em apoiar a Marfrig” na aquisição da Seara, divisão de carnes da americana Cargill. “O BNDES tem apoiado todas as negociações. Como acionista, deve ter interesse em apoiar a Marfrig no negócio”, afirmou durante teleconferência para analistas de investimentos.

O dinheiro do BNDES  foi parar na Mao da Cargill que provavelmente mandou dinheiro embora para os usa onde irá investir a grana… BNDES financiando investimentos…NOS EUA… Brasileiro é tão bonzinho. OU se investiu aqui, A Cargill evitou ter que trazer dinheiro de fora para faze-lo. Logo BNDES ajuda a americana Cargill a investir no BRasil…meno male OU este aqui:

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prepara uma nova investida em sua estratégia de formar frigoríficos transnacionais brasileiros. Ontem, o frigorífico Marfrig informou que o banco se comprometeu a subscrever integralmente uma operação de emissão de debêntures de R$ 2,5 bilhões da empresa.

Os recursos serão usados para financiar a compra da americana Keystone Foods e da O”Kane Poultry, produtora de carne de aves na Irlanda do Norte. A subscrição deve ser feita por meio da BNDESPar, empresa de participações do banco estatal.

Neste caso a grana foi toda parar na Irlanda: é o bndes salvando um dos PIGS….

Faz sentido usar BNDES para isto??? Não, entende!Usa o mercado de capitais ao inves!

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quinta-feira, 22 de julho de 2010 Politica Economica, Sem categoria | 00:47

Como se financia investimento?

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Uma das identidades básicas do balanço de caixa de qualquer entidade é:

Saldo de Caixa = receita – consumo – investimento

Assumindo que hajam 4 setores na economia:

. empresas privadas

. setor público

. famílias

. resto do mundo

A soma do saldo de caixa  destes setores tem que ser, por definição , igual a zero! Pois meu deficit é seu superavit…

Ou seja :

saldo das famílias + saldo das empresas + saldo do governo = – saldo do resto do mundo com relaçao a este país

Vamos a algumas coisas empíricas:

a. as famílias tendem ao longo de suas vidas acumular poupança, isto é, apresentam saldo positivo em seu balanço de caixa, guardando parte de suas rendas ( salarios, juros, alugueis, ganhos em vendas de ativos, dividendos, repasses do governo) que excede seus gastos ( alimentação, saude, educação, moradia, transporte, juros, impostos, lazer, etc) e seus investimentos ( BASICAMENTE EM MORADIAS). Esta poupança servirá  para complementar a aposentadoria ou pensões na velhice. Quanto mais jovem a população, mais ela poupa. Assim se uma familia que ganha 60 de renda, gasta 20 com despesas, 10 com impostos e investe 10 em moradia, tem superavit de 20

b. empresas tendem a distribuir parte de seu lucro ( excesso de receita sobre despesas) na forma de dividendos. O que sobra deste Lucro eh reinvestido. Porém a necessidade de investimento supera muitas vezes o volume lucro que é retido. Pense assim: uma empresa investe 100 e tem 10 de lucro, apos pagar 5 impostos, ao produzir ( e vender )  30 que é sua plena capacidade. Ai ela distribue 5 aos acionistas em forma de dividendo. Porem se vendas crescem 10% aa, e empresa está a pena capaciade, ela precisa investir mais 10% para aumentar capaciade em 10%. Logo vai precisar investir 10… Como só acumulou 5 de lucros retidos, ela vai ao mercado e capta os 5 de deficit de caixa. Logo, setor de empresas é na MAIoria das vezes deficitARIO NAO BALANÇO DE CAIXA, POR CAUSA DOS DIVIDENDOS.

c. setor do governo: raramente é superavitario. Sempre gasta mais que arrecada> vamos sumir que gasta 25 e arrecada 15, tendo deficit de 10;

O balanço fica assim:

+20 – 5 – 10 = + 5, isto é,  país gera excesso de poupança , e portanto tem saldo externo credor, ou seja, o resto do mundo tem saldo deficitario de 5 com pais. É o caso da CHina.

Se por exemplo, as famílias desejam gastar 20 ao inves de 10 com moradias, e empresas precisam investir 15  em equipamentos para suprir tais moradias, ao inves de 10, o balanço ficaria:

+ 10 – 10 -10 = -10, ou seja,  o país teria um deficit externo de 10, precisando assim importar poupança interna para financiar seus investimentos maiores e os gastos públicos. Este défici apareceria na forma de importações maiores que exportações.

Este é o caso de nosso país. Usamos a poupança dos outros países para financiar parte de nosso investimento aqui. Uma maneira de reduzir este déficit externo é reduzir os gastos dos governos….

Entende, Pelé?

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quarta-feira, 21 de julho de 2010 Juros no Brasil | 23:19

Copom aumenta juro 0.50% aa

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Pois é…. se economia continuar esfriando e com cãmbio estável e expectativas de inflçao convergindo para meta, 0.25% na próxima.

Copom eleva a taxa Selic para 10,75% ao ano
21/7/2010 20:25:00

Brasília – Avaliando a conjuntura macroeconômica e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 10,75% a.a., sem viés.

Considerando o processo de redução de riscos para o cenário inflacionário que se configura desde a última reunião do Copom, e que se deve à evolução recente de fatores domésticos e externos, o Comitê entende que a decisão irá contribuir para intensificar esse processo.

Brasília, 21 de julho de 2010

Banco Central do Brasil

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Crise na Europa, Investimentos | 18:35

PARA OS ALUNOS DE ESTATÍSTICA…

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VEJA ABAIXO OS PARAMETROS DO MODELO DA GS QUE EU DEI UMA ADAPTADA….

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Crise na Europa | 18:25

Stress test na Europa: nada estressante

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Comentários do MR DeMarchi do Safra:

Stress Test nos EUA: 10 de 19 bancos precisaram de US$ 75 bilhões em capital;
Stress Test na UE: 7 de 91 bancos tem um déficit de €3,5 bilhões de capital no cenário mais rigoroso.

Parece que foi bem mais ameno o teste na Europa. Ou a condição inicial de cada banco ne Europa é muito melhor do que na época dos testes nos EUA.

Meu pitaco: Veja as hipoteses macro adotadas no stress teste: no cenário adverso eles projetam -0.4% e 0.6% de crescimento do pib na europa e nos eua respectivamente….Marquei em vermelho.

Compare isto com o que de fato ocorreu em 2009 na europa e nos eua…marcado em azul…

Se o cenário adverso é cenário de stress….. o que aconteceu em 2009 foi o que? armagedon? calamidade?

Veja agora o que diz Mr Reid do Deutsche Bank:

IT is always difficult to feel particularly stressed on a Friday and the European banking sector may feel the same way late this afternoon when the long anticipated Stress Test results are released. The reality is that sentiment in the Financial sector is hugely influenced by market confidence. In this respect the authorities have been fortunate that the overall market seems to have calmed down since the decision to launch the tests. The EU peripheral situation has calmed with Spain having a particularly good few weeks. The market will likely therefore worry less about Sovereign haircuts than they would have done a few weeks back. Overall the transparency bar has been lowered and markets will now more likely gloss over vague details about how the stress tests were constructed than they would have done a month or two back. So our best guess is that these results kick the can further down the road without fully putting the matter to bed. Indeed the problem to us seems more about funding than it does capital. There still doesn’t seem like there’s anywhere near enough private capital to fund the European banking systems debt needs over the next 2-3 years and as such the ECB will need to be propping up funding for many quarters to come. The stress test results are unlikely to change this and some might conclude that a more radical set of results may have helped address some of these funding concerns by bringing the problems fully into the open. However we know that this would have been dangerous as it would have left more entities scrambling for capital in a world where Governments have limited room to provide a backstop. So overall, expect transparency to be limited and also for the vast majority to pass the tests. It’s another example in this extended crisis of a sticking-plaster solution. One that will likely stay in place for a few months but one that is unlikely to fully cure the problem.

E do JPM:

We believe that lack of rigour and transparency in the stress test, combined with too low an estimate of bank capital shortfall, will lead to a loss of confidence in the results. This has the potential to cause a flight to quality in the short run, while keeping peripheral area banks dependent on the ECB for funding in the long run. Keep risks low and position for lower yields, wider spreads, and flatter EONIA curve.


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Crise na Europa, Investimentos | 15:21

Euro: explicando o sobe e desce

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Em dois anos vimos euro mbater 1.60 e chegar perto dos 1.15…. e voltar para quase 1.30.

A Goldman Sachs fez um data mining interessante que tenta avaliar os fatores que levaram o euro para lá e para cá. Não ajuda em nada para prever para onde vai, porém dá uma ideia dos fatores que influenciaram a sua variação.

A ideia é simples: fazer uma regressão linear do preço do euro nos últimos 2 anos vs variáveis de mercado que sabemos, empiricamente, que influenciam o preço do euro.

Fiz tal regressão relacionando o euro a:

a. diferencial de juros de dois anos na europa vs.  eua: se economia na europa está mais forte do que nos eua, diferencial de juros sobe sobe, o que fortalece euro e vice-versa;

b. volatilidade esperada da bolsa , isto é, quanto mercado espera que ações variem. O vix mede isto. Quanto maior tal expecatativa mais risco mercado percebe, e portanto mais dolares querem, portanto, menos euro…

c. petroleo: como eua são mega importadores de petroleo, qto mais o petroleo sobe , mais deficit eua tem, e dolar fica mais fraco.

d. taxa de risco na espanha e na grécia: quanto maior risco de quebra dos dois, mais spread pagam e portanto maior chance de termos problema na europa, logo, menos o euro vale.

e. meu toque: adicionei posição dos especuladores na bolsa de futuros de euros :  quanto mais eles acumulam posições em euros , mais euro sobe e vice -versa….

Veja grafico abaixo que mostra cotação do euro desde 2008 ( azul) vs quanto a regressão diz que euro deveria valer ( vermelho):

Marquei em preto cotaçao do euro na sexta, 1.294. Em verde onde euro deveria estar se modelo estivesse correto ( 1.334).

Os dados de sexta que levaram aos 1.334 são:

vix= 25,97 ( volatilidade anual esperada pelo mercado para bolsa dos eua)

spain= 219.5 (  taxa de risco cds 5 anos)

swap 2 = 0,604 ( diferencial de juros de 2 anos europa – eua no swap)

oil= 76.9 ( petroleo mercado futuro primeiro vencimento)

greece= 814 ( risco grecia no cds)

cftc= – 27050( posiçao liquida dos especuladores em euro no cftc )

O que explicou alta recente?

Dois fatores: queda da taxa de risco dos papeis da Grecia e Espanha, devido ao anuncio do stress test dos bancos ,  e, principalmente, a queda dos juros dos EUA vs. Europa, uma vez que com dados dos EUA mostrando um desaquecimento rápido, os juros por lá cairam mais que na Europa….

Ponto para Gisele…

Uma outra coisa interessante:

SE vix cair de 24 para 20 , se risco da espanha cair de 212 para 150 e da Grecia cair de 814 para 300,  modelo determinaria que Euro deveria estar a 1.37!

Porém se stress test der um resultado não tão bom , com varios bancos do sul da Europa com problemas, e dados da Europa começarem a mostrara desaquecimento, podemos ter Euro de volta a 1.20…

Para quem acredita em numerologia, segue a formula da regressão:

euro = 1,40590319070858-3,2202533717596E-03*vix-2,39287121990369E-04*spain+4,01659126531541E-02*swap2+1,26925250310846E-03*oil-3,42333172318799E-05*greece+1,00099747608428E-06*CFTC

Enfim, este jogo de câmbio é dureza mesmo…

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Juros no Brasil, Politica Economica | 07:42

DINHEIRO PARA CASA PRÓPRIA ESTÁ ACABANDO…TOME LOGO ANTES QUE ACABE!!!!!!

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A Caixa avisou que neste ritmo dinheiro da poupança para financiar casa própria vai acabar e caixa vai ter que pagar, como BNDES, custo de mercado para financiar os imóveis:
Recurso para habitação é insuficiente

Após alta de 95% nos empréstimos, Caixa diz que precisará de fontes alternativas à poupança em três anos

65% dos depósitos em poupança são para crédito habitacional, mas empréstimo cresce mais que caderneta

Os sucessivos recordes do crédito habitacional estão levando a Caixa Econômica Federal a começar a procurar fontes alternativas de financiamento, além dos recursos do FGTS e da poupança.

“Temos mais uns três anos para conseguir equacionar essa questão”, disse ontem Jorge Hereda, vice-presidente de Governo do banco, ao anunciar a alta de 95,1% nos empréstimos no primeiro semestre ante igual período em 2009, para R$ 34,1 bilhões.

Por lei, os bancos são obrigados a destinar 65% dos depósitos em poupança para o crédito habitacional, mas há o temor de que o crescimento da caderneta não acompanhe o dos empréstimos.

No acumulado do ano até maio, a Caixa contabilizou 55% dos financiamentos, em valor, feitos com essa fonte.

O patamar é semelhante à participação registrada em todo o ano de 2009 (57%), que teve forte elevação ante a fatia em 2008 (31%) devido ao temor dos outros bancos após o agravamento da crise.

Apesar disso, a Caixa cumpre apenas o estipulado na legislação: 65%.

De acordo com o executivo, R$ 20 bilhões -de uma carteira de crédito imobiliário de R$ 82 bilhões- já estariam prontos para uma securitização, mas ele não quis detalhar quais contratos fariam parte da emissão. A estimativa inicial de uma emissão de R$ 500 milhões até dezembro “para testar [a atratividade do papel para] o mercado, nas palavras de Hereda, está sendo reavaliada.

A securitização consiste na transformação de uma dívida em um papel para investimento no mercado de capitais. O investidor é remunerado com uma taxa de retorno que varia de acordo com as características do financiamento, descontados os custos e o ganho do banco.

A instituição financeira, por sua vez, recicla o dinheiro sem ter de esperar até o último pagamento do tomador do empréstimo. O risco de inadimplência, normalmente, fica com o investidor.

“A poupança é um recurso de curto prazo, que pode ser sacado no momento seguinte [ao depósito]. As instituições precisam ter um colchão”, afirmou Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da FGV.

Considerando apenas o crédito com essa fonte no primeiro semestre (R$ 14,9 bilhões), o aumento foi de 62%.

“MINHA CASA”
Já com recursos do FGTS (R$ 14,2 bilhões), o acréscimo atingiu 109%, com o impulso do Minha Casa, Minha Vida. O programa teve 543 mil contratos assinados até junho, pouco mais da metade da meta de 1 milhão de unidades, que deve ser batida até o final deste ano.

Até setembro, Hereda disse que a Caixa deve parar de contratar projetos de construtoras para famílias com renda de até R$ 1.395 por prever já ter alcançado a meta de 400 mil moradias. As propostas excedentes serão avaliadas no próximo ano.

DICA: TOME LOGO ANTES QUE ACABE….

MAIS UMA FONTE DE CRÉDITO PARA INVESTIMENTO QUE SE EXAURE….

MAIS UMA MAOZINHA PRO BC DO B:  MENOSJUROS PELA FRENTE.



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terça-feira, 20 de julho de 2010 Juros no Brasil | 17:36

Guido afirma : BNDE's tem subsídio sim mas vai ter que andar com próprias pernas…

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Valor: Como o sr. avalia a afirmação de que o governo criou uma nova “conta movimento” na relação do Tesouro com o BNDES?

Mantega: Acho um grande equívoco. O BNDES teve que entrar em campo em um momento em que faltava crédito na economia brasileira e havia o risco de se ter uma depressão dos investimentos. Nós impedimos isso justamente com essa atuação específica. Nós colocamos crédito no BNDES que não estava chegando aos investidores. O crédito que colocamos lá não é a fundo perdido, não é jogar dinheiro fora, como fizeram em outros países, que taparam buracos. Nós não tapamos nenhum buraco. Com a exceção de uma pequena parcela que foi capital de giro, uns R$ 11 bilhões a R$ 12 bilhões, mas R$ 200 bilhões foram para investimento.

Valor: A crítica é que não se sabe direito qual é o custo.

Mantega: Sabe-se perfeitamente qual é o custo. No caso do PSI, nós fizemos equalização de taxa de juros. O PSI tem subsídio de R$ 5 bilhões ao ano. Se uma linha de crédito era de 4,5% ao ano e o custo da linha era de, digamos, 8%, nós equalizamos e isso está registrado no Orçamento. É só você ver como aumenta essa despesa, de subsídio financeiro do governo. Ela está lá registrada. Esse custo se paga pelo efeito, pela eficácia que a medida tem. Se não tivéssemos tomado essa medida, teríamos uma demora na recuperação do investimento e da atividade. Se o investimento cai e cai o consumo, o PIB cai, a arrecadação cai. Não se fatura PIS e Cofins, não se fatura ICMS, nem IPI. Então, o subsídio é pago pela recuperação da atividade econômica.

Valor: O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, tem dito que está discutindo alternativas para a redução do funding do BNDES. Quais são essas alternativas?

Mantega: Nós tivemos essa intervenção em um momento de crise. No pós-crise teremos que trazer o crédito privado para dentro dessa equação.

Valor: O que será feito para estimular o setor privado a entrar mais na oferta de crédito, seguro e garantia?

Mantega: O primeiro passo foi criar a letra financeira para os bancos privados. O Ministério da Fazenda está estudando medidas há algum tempo e ainda é cedo para falar nisso. É como se fosse um amadurecimento do sistema financeiro, que financiava, em 2003, R$ 400 bilhões, agora estamos com R$ 1,5 trilhão. Então, estamos ganhando escala, e precisamos de outros mecanismos. Pretendemos estimular debêntures voltadas para empreendimentos específicos. O setor privado precisa entrar mais nisso.

Valor: Haverá novo aporte do Tesouro no BNDES?

Mantega: Não há novo aporte pensado para o BNDES. O BNDES tem nível de recursos próprios entre R$ 60 bilhões e R$ 65 bilhões por ano. O BNDES também terá que aprender a captar no mercado. Pode colocar debênture, pode captar no mercado internacional e também terá que andar com as próprias pernas. Mas não vamos descuidar da infraestrutura. Então, o BNDES ficará mais focado na infraestrutura e o setor privado poderá entrar, por exemplo, no financiamento industrial de longo prazo, de exportações, construção civil, produtos manufaturados.

EM OUTRAS PALAVRAS, A PARTIR DO ANO QUE VEM VAI SECAR A FONTE DE 40% DO FINANCIAMENTO A NOSSA INDÚSTRIA….

OU BANCOS ENTRAM NA PARADA OU SPREAD DAS DEBENTURES VAI SUBIR. LOGO, FIQUE LONGE DE DEBENTURES POR ENQUANTO, POIS JUROS DELAS VÃO TER QUE SUBIR….. MAIOR DEMANDA POR FINANCIAMENTO PRIVADO, MAIOR CUSTO!!!!

COM MENOR OFERTA DE CRÉIDTO DO BNDES  NA MARGEM, BC DO B NÃO PRECISA SUBIR TANTO JUROS… MAIS UMA RAZÃO PROS 50 BP DE AMANHA.

LEMBRE-SE QUE MR MEIRELLES APONTOU QUE UMA DAS RAZÕES DOS JUROS ALTOS NO BRASIL É A POLITICA EXPANSIONISTA DO BNDES…


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Crise na Europa | 15:59

Governo Húngaro diz que não dá para reduzir déficit…

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O governo húngaro está abrindo um precedente importante ao dizer que não há como reduzir mais o déficit fiscal por lá, desafiando ao FMI e a Comunidade Européia:

BUDAPEST—Hungary’s government said the International Monetary Fund and European Union are ignoring the economic risks of excessive austerity measures and that Budapest can’t make deeper spending cuts now, despite a punishing reaction from markets after bailout-loan talks between the two sides broke off this weekend.

The Hungarian currency, the forint, on Monday fell to its lowest level against the euro in more than a year, and the cost of insuring Hungarian government bonds against default jumped sharply after the IMF and EU walked out of talks with Budapest on Saturday, saying the government wasn’t doing enough to shrink its budget deficit.

Se a moda pega, logo mais veremos, Gregos, portugueses e espanhóis falando a mesma coisa… e aí? como fica??

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